sábado, 31 de janeiro de 2015

NA VENEZUELA: VEJAM MAIS UM POUCO DO INFERNAL DESABASTECIMENTO NA TERRA DE CHÁVEZ E MADURO

Voltei! Depois de algumas semanas sem tempo para publicar, estou de volta para desnudar o que a grande mídia escamoteia. Por isso, segue uma série de reportagens demostrando o infernal desabastecimento na Venezuela socialista.

É sempre bom lembrar que o PT, jornalistas, estudantes, professores, entre outros, elogiavam ou ainda elogiam o socialismo implantado por Hugo Chávez. Acreditavam ou acreditam ainda que o feito na Venezuela deve ser modelo para o mundo. Pois bem, alguns caíram na real, porém, em vez de escreverem o arrependimento e mostrar as verdades sobre o país, estão em silêncio, compactuando com a pútrida ditadura chavista. Vamos às reportagens!










































Obs: Aqui neste vídeo o Ministro de Alimentação nega as filas na Venezuela.  Psicopata? Dissimulado? O que mais poderíamos dizer?



http://youtu.be/FfHG0vWs5Gs



segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

NA VENEZUELA: MAIS DE 24H EM FILAS PARA COMPRAR FRALDA E SABÃO RACIONADO

A cada dia que passa, o desabastecimento na Venezuela socialista está piorando. Retiradas do jornal El Impulso,vejam as fotos das gigantescas filas que se formaram para comprar produtos como fralda e sabão. Segundo a matéria, as pessoas precisaram ficar esperando por mais de 24 horas nas filas para terem acesso aos produtos, que, pra piorar, eram racionados.

Link da matéria e das fotoshttp://elimpulso.com/articulo/mas-de-24-horas-en-una-cola-para-comprar-panales-y-jabon-imagenes-insolitas#








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Também vejam abaixo que a rede de farmácias Farmatodo foi saqueada, conforme a matéria do jornal La Verdad.

Link da matéria e das fotos: http://www.laverdad.com/economia/67476-saquean-farmatodo-de-la-72.html




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Diante do desespero pelos produtos básicos, população vai às de fato, conforme noticiou o jornal Dolar Today.

Link da matéria: https://cloud-1418857327-cache.cdn-max.com/trifulca-por-panales-deja-un-policia-herido-y-dos-detenidos/

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Não deixem também de ler  esta matéria do jornal Nueva Prensa de Guayana, no qual relata o pesadelo das mães que precisam de fraldas

Link da matéria: http://www.nuevaprensa.com.ve/node/24919

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Confirmem estas noticias também com uma reportagem do jornal Anzoátegui Noticias, sobre a escassez de produtos de primeira necessidade, incluindo as fraldas.


Link: https://www.youtube.com/watch?v=GT8lh4UNv3I
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Aproveite e também veja a reportagem do canal Univision Noticias.


Link: https://www.youtube.com/watch?v=4Bm2XhfjnxA
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O canal NTN 24 também fez uma reportagem. Vejam a desgraça que é para conseguir um pacote de fralda.


Link: https://www.youtube.com/watch?v=7tEuYDzFXOs&list=UUFK38lePM6zqQ2CYfQyqdHA
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NA VENEZUELA: CIDADÃOS DESESPERADOS POR FRALDAS

O desabastecimento na Venezuela socialista, país considerado por muitos como o paraíso na Terra, está brutal. Vejam neste visto logo abaixo as pessoas correndo desesperadamente para garantir um pacote de fraldas. A imagem aconteceu no shopping Sambil, de Maracaibo, que possui uma das lojas da rede de farmácias Farmatodo.





quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

NA VENEZUELA: MCDONALD'S FICA SEM BATATAS FRITAS



As 100 franquias do McDonald's na Venezuela estão com o estoque de fritas esgotado e agora servem mandioca como acompanhamento alternativo. Num país em que falta tudo devido à loucura chavista/madurista, é bom os venezuelanos se apressarem para conseguir os lanches da rede de fast-food. Somente faltar as fritas é um verdadeiro milagre. Em tempo, nem fritas, nem molho especial, cebola e plicles, num pão com gergelim, é Big Mac!



Mais sobre o caso:
http://oglobo.globo.com/economia/mcdonalds-fica-sem-batatas-fritas-na-venezuela-14979911?utm_source=Facebook%20&utm_medium=Social%20&utm_campaign=O%20Globo

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

ATÉ QUE ENFIM - II


Na última edição da revista VEJA, Roger Scruton aparece com uma matéria sobre o seu livro Pensadores da Nova Esquerda, lançado em 1985, porém só agora traduzido no Brasil, no final do ano passado.
O livro de Scruton é arrasador ao analisar 14 autores da nova esquerda, incluindo, por exemplo, o vergonho Sartre, o qual somente nos últimos dias de sua vida admitiu abertamente sobre as atrocidades sobre a URSS. Outros autores entre os catorze citados estão os vigaristas intelectuais: o italiano Gramsci e o francês Focault.
Segundo Olavo de Carvalho, este livro é demolidor, e se não fosse a obsessão pela terrestrialização do pensamento(ideia de Gramsci) pela esquerda no Brasil -ideologia dominante - , tudo poderia ser diferente. Muitos dos jovens que tiveram seus cérebros abduzidos, ou que pelo menos perderam muito tempo com a escória intelectual triturada por Scruton, caso tivessem, em 1985, acesso à obra Pensadores da Nova Esquerda, quem sabe poderíamos ter uma sociedade mais adiantada, pois em pleno 2015 ter que refutar conceitos como a Mais-Valia é dose. O crítico e literário Rodrigo Gurgel, o qual participa do livro escrevendo o prefácio, diz: "o livro pode desempenhar, no Brasil, a função de um manual de primeiros socorros, útil para o jovem cuja desconfiança cresce quanto mais os nomes aqui analisados são repetidos com irrefletida euforia por seus professores."
Vejam que é somente a segunda vez que a Veja traz à tona Roger Scruton. A primeira vez foi em 2011, quando o filósofo inglês foi o entrevistado nas páginas amarelas. Antes disso, quem somente fazia menção ao Scruton era outro filósofo, falo de Olavo de Carvalho, que o citou em 1993, no seu livro A Nova Era e a Revolução Cultural. Depois, pelo menos uma vez por ano, como trabalhava nos grandes jornais, voltou a citá-lo em artigos, no entanto sem conseguir despertar o interessa dos colegas de redação e de editoras interessadas em publicar o autor inglês.
Pois bem, por isso que em 2011, depois que Scruton foi parar nas páginas amarelas, Olavo de Carvalho escreveu o artigo: ATÉ QUE ENFIM. Leia-o abaixo na íntegra. Vale a pena, e também saiba que, apesar de termos o PT atrapalhando e querendo bolivarianizar geral o país, mais uma obra do Scruton será traduzida em 2015. O livro Como ser um conservador, segundo o próprio autor da tradução, Bruno Garschagen, estará à venda em agosto. Dito isso, vamos ao artigo do Olavo de Carvalho:

ATÉ QUE ENFIM - OLAVO DE CARVALHO(2011)
A mídia brasileira sempre acaba descobrindo as coisas. Basta esperar umas quantas décadas, e você, já maduro ou velhinho, recebe a informação vital que poderia ter mudado o seu destino se lhe chegasse na juventude.
Quem primeiro me falou de Roger Scruton, no início dos anos 90, foi Daniel Brilhante de Brito, o brasileiro mais culto que já conheci. Citei o filósofo inglês em 1993, em A Nova Era e a Revolução Cultural, antevendo – nada é mais fácil neste país – que sua obra dificilmente chegaria ao conhecimento dos nossos compatriotas. Decorridos sete anos, o Dicionário Crítico do Pensamento da Direita, pago com dinheiro do governo à fina flor da esquerda falante – 104 intelectuais que prometiam esgotar o assunto –, ainda exibia despudoradamente a total ignorância universitária de um autor que, àquela altura, já era tido no seu país e nos EUA como um dos mais vigorosos homens de idéias no campo conservador (v. http://www.olavodecarvalho.org/textos/naosabendo.htm). Só se pode alegar como atenuante o fato de que não haviam excluído Roger Scruton por birra pessoal. Ao contrário, eram rigorosamente democráticos na distribuição da sua ignorância: desconheciam, por igual, Ludwig von Mises, Friedrich von Hayek, Murray Rothbard, Russel Kirk, Thomas Sowell, Bertrand de Jouvenel, Alain Peyrefitte e praticamente todos os demais autores sem os quais não existiria nenhum “pensamento da direita” para ser dicionarizado. Uma breve consulta ao popular Dictionary of American Conservatism, publicado três anos antes, teria bastado para dar àqueles cavalheiros a informação mínima que lhes faltava sobre o assunto em que pontificavam, mas provavelmente as verbas federais com que encheram os bolsos não bastaram para comprar um exemplar.
Voltei a falar de Scruton, à base de uma vez por ano, de 1999 até 2008. Em vão. Durante muito tempo vigorou nas redações de jornais e nas universidades o mandamento comunista de Milton Temer, “O Olavo de Carvalho não é para ser comentado” (v.http://www.fazendomedia.com/fm0023/entrevista0023.htm), que o zelo dos discípulos estendia aos autores citados nos meus artigos. Alguns, é claro, liam esses autores em segredo, como quem se escondesse no banheiro com um livreto de Carlos Zéfiro. Mas esperavam, para comentá-los, que o tempo apagasse toda associação entre aqueles nomes e a minha pessoa. Assim transcorreu o prazo de uma geração.
Imagino o que teria sido a vida de milhares de estudantes brasileiros se lessem, logo que publicado em 1985, o hoje clássico Thinkers of the New Left. Naquela época, o marxismo já estava cambaleante, mas as idéias da “Nova Esquerda”, que prometiam injetar-lhe vida nova, estavam acabando de aterrissar na taba. Se Antonio Gramsci e Louis Althusser já eram estrelas nos céus acadêmicos tabajaras, outros, como Michel Foucault e Jürgen Habermas, mal haviam desembarcado, e outros ainda, como Immanuel Wallerstein e E. P. Thompson, ainda eram vagas promessas de novos deslumbramentos que só na década de 90 iriam espoucar ante os olhos ávidos da estudantada devota. A cada um desses autores Scruton consagrava modestas oito ou dez páginas que os reduziam ao estado de múmias, fazendo jus àquilo que mais tarde se diria de outro filósofo conservador, o australiano David Stove (também desconhecido nestas plagas): “Ele não faz prisioneiros. Escreve para matar.”
Se alguma longínqua esperança na recuperação da dignidade intelectual marxista ainda restava na minha cabeça de esquerdista desencantado, foi sobretudo esse livro que a exorcizou. Uma tradução brasileira dele teria feito bem a muita gente. Talvez tivesse até debilitado a fé de Milton Temer no monopólio esquerdista da racionalidade, poupando-o do vexame de continuar carregando essa cruz nas suas costas vergadas de septuagenário.
Foi para impedir essa tragédia que a elite esquerdista dominante nos meios universitários e editoriais não só se absteve de ler livros conservadores como também tomou todas as providências para que ninguém mais os lesse. Não que agisse assim por um plano deliberado. Não: essa gente pratica a exclusão e a marginalização dos adversários com espontânea naturalidade. A regra leninista de que não se deve conviver com a oposição, mas eliminá-la, incorporou-se na sua mente como uma segunda natureza, e desde que a esquerda tomou o poder neste país tornou-se um hábito generalizado e corriqueiro suprimir as vozes discordantes para em seguida proclamar que elas não existem.
Por isso é que só agora o indispensável Roger Scruton chega ao conhecimento do público brasileiro, por iniciativa das páginas amarelas da Veja de 21 de setembro, onde ele diz o que todo mundo pensa mas não tem meios de dizer em voz alta. Exemplos:
1) Os arruaceiros de Londres não são pobres excluídos. São meninos mimados, sustentados pela previdência social, que se acostumaram à idéia de que têm todos os direitos e nenhuma obrigação.
2) Nenhum país pode suportar um fluxo ilimitado de imigrantes sem integrá-los na sua cultura nacional.
3) Toda a ideologia de esquerda é baseada na idéia imbecil da “soma zero”, onde alguém só pode ganhar alguma coisa se alguém perder outro tanto.
4) Marx, Lênin e Mao pregaram abertamente a liquidação violenta de populações inteiras, mas a esquerda fica indignada quando lhes imputamos a culpa moral pelas conseqüências óbvias da aplicação de suas idéias, mas se um conservador escreve uma palavrinha contra os excessos da imigração forçada, é imediatamente acusado de fomentar crimes contra os imigrantes.
5) A União Européia é inviável. O euro, paciente terminal, que o diga.
6) A esquerda sente a necessidade de sempre explicar tudo em termos de culpados e vítimas, mas, como cada explicação desse tipo logo se revela insustentável, é preciso buscar sempre novas vítimas para que as ondas de indignação se sucedam sem parar, alimentando a liderança revolucionária que sem isso não sobreviveria uma semana. A primeira vítima oficial foram os proletários, depois os índios, os negros, as mulheres, os jovens, os gays e agora, finalmente, a maior vítima de todas: o planeta. Em nome da salvação do planeta, supostamente ameaçado de extinção pelo capitalismo, é lícito matar, roubar, seqüestrar, incendiar, ludibriar, mentir sem parar e, sobretudo, gastar dinheiro extorquido dos malvados capitalistas por meio do Estado redentor.
Em todos esses casos, é historicamente comprovado que a situação das alegadas vítimas, sob o capitalismo, jamais parou de melhorar, na mesma medida em que piorava substancialmente nos países socialistas, mas a mentalidade esquerdista tem a tendência compulsiva de sentir-se tanto mais indignada com os outros quanto mais suas próprias culpas aumentam. É o velho preceito leninista: Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é.
A par da sua obra propriamente filosófica, de valor inestimável para os estudiosos, Scruton tem dito essas coisas, de uma verdade patente, há muitas décadas e com uma linguagem ao mesmo tempo elegante e ferina que desencoraja o mais inflamado dos contendores.
Espero que a entrevista da Veja desperte a atenção dos leitores para os livros desse autor imprescindível.
A respeito do item 6, convém acrescentar aqui uma informação de que talvez o próprio Scruton não disponha, mas que vem mostrar o quanto ele tem razão. Nos anos 50, grupos globalistas bilionários – os metacapitalistas, como os chamo, aqueles sujeitos que ganharam tanto dinheiro com o capitalismo que agora já não querem mais se submeter às oscilações do mercado e por isso se tornam aliados naturais do estatismo esquerdista – tomaram a iniciativa de contratar algumas dezenas de intelectuais de primeira ordem para que escolhessem a vítima das vítimas, alguém em cuja defesa, em caso de ameaça, a sociedade inteira correria com uma solicitude de mãe, lançando automaticamente sobre todas as objeções possíveis a suspeita de traição à espécie humana. Depois de conjeturar várias hipóteses, os estudiosos chegaram à conclusão de que ninguém se recusaria a lutar em favor da Terra, da Mãe-Natureza. Foi a partir de então que os subsídios começaram a jorrar para os bolsos de ecologistas que se dispusessem a colaborar na construção do mito do planeta ameaçado pela liberdade de mercado. As conclusões daquele estudo foram publicadas sob o título de Report from Iron Mountain – a prova viva de que o salvacionismo planetário é o maior engodo científico de todos os tempos. O escrito foi publicado anonimamente, mas o economista John Kenneth Galbraith, do qual não há razões para duvidar nesse ponto, confirmou a autenticidade do documento ao confessar que ele próprio fizera parte daquele grupo de estudos e ajudara a redigir as conclusões.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

NA VENEZUELA: A TERRÍVEL ESCASSEZ DE PRODUTOS DE PRIMEIRA NECESSIDADE

Aos 7:45 seg. no vídeo logo abaixo!

A rede peruana de comunicação Latina fez uma reportagem demonstrando, mês passado, como os venezuelanos estão convivendo com a forte escassez de produtos de primeira necessidade. Em uma das passagens, o jornalista mostrou um rolo de papel higiênico para uma senhora moradora de uma das favelas da capital Caracas. Trágico! A senhora disse que não via um rolo de papel higiênico já há 15 dias. Para manter a higiene, disse que tinha que passar uma "aguita". Veja abaixo o vídeo da reportagem:


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

NA ARGENTINA: CFK FECHA O ANO DANÇANDO O "BOMBÓN ASESINO". QUE FASE?!

É o trágico cômico! A que ponto chegaram os argentinos. Ainda bem que a Dilma, aparentemente, não é uma pé de valsa.




NA ARGENTINA: "OPERAÇÃO MÁFIA K" ARREBENTANDO AS FALCATRUAS KIRCHNERISTAS PATAGÔNICAS

Senhores, se no Brasil nós temos a "Operação Lava Jato", a Argentina tem a "Operação Máfia K". Se aqui nós temos o juiz Sergio Moro sendo perseguido pelo PT, a Argentina tem o juiz Claudio Bonadio, o qual também é perseguido pelos kirchners.

Como sabemos, o PT tenta fritar o juiz Sergio Moro, logo, sendo dois dos entre vários países ligados e dominados pelo Foro de São Paulo, a Cristina Fernandez Kirchner(CFK), atual presidente, tenta o mesmo com o juiz Claudio Bonadio, o qual está trazendo problemas à dona da Casa Rosada.

O caso é o seguinte: antes de Bonadio entrar na parada, Lanata, sempre ele, entrou em ação — por isso que o papel do jornalismo é importante. Refiro-me ao jornalismo de verdade, não esses chapas-brancas que vemos por aí. Pois bem, Lanata, no programa PPT(Periodismo Para Todos), transmitido pelo grupo Clarín, ainda em 2012, fez uma visitinha aos aposentos kirchneristas. Como assim? É isso mesmo; como o Casal K — Nestor K e Cristina K — tem uma rede de hotéis; ora!, Jorge Lanata não perderia essa, e foi logo visitar o reino da "la reina", apelido dado a CFK por oposicionistas.

Lanata visitou dois dos quatro hotéis que a presidente Kirchner possui na cidade de El Calafate, situado em Santa Cruz, uma das províncias da Patagônia Argentina.  A primeira estadia foi no luxuoso Los Sauces, o qual contempla 42 suítes, todas com hidromassagem e decoração exclusiva. O empreendimento é tão gigantesco que há a necessidade de usar carrinhos de golfe para se deslocar por dentro do hotel. Bom, sabendo do detalhe da decoração exclusiva, Lanata pousou na suíte Evita Perón, a preferida de CFK. Um mito jamais deixaria passar este detalhe. (Jeje!)

O outro fabuloso hotel da presidente que Lanata visitou foi o Alto Calafate. No entanto, nem bem chegou ao hotel e o gerente já apareceu dizendo que não poderiam filmar. Lanata disse que veio para ficar, pois tinha feito uma reserva. O gerente respondeu que achava estranho, porque o estabelecimento encontrava-se cheio. Aqui uma observação: o hotel aparentava estar vazio, segundo a equipe do PPT.

Diante do imbróglio, Lanata parou na recepção para verificar qual foi o motivo da confusão na sua reserva. A recepcionista disse que infelizmente não poderia acomodá-los e a justificava do gerente foi de que o hotel reservava-se no direito de não receber certas pessoas. Intrigado, Lanata insistiu mais, e o gerente acabou deixando escapar que havia uma lista com nomes de algumas pessoas que não poderiam permanecer no hotel. Tinhoso, Lanata ainda perguntou ao gerente se o motivo da sua não aprovação era porque ele era um terrorista ou um ladrão. (jaja!). Sem respostas convincentes, o jornalista foi embora junto com a sua equipe.

Vale ressaltar que antes de visitar esses dois hotéis, Lanata, também em El Calafate, passou pelos grandiosos empreendimentos da Companheirada K. Falo daquela turma corrupta que sempre anda pendurada no governo. No Brasil equiparam-se à gangue que terminou na Papuda e aos empreiteiros que hoje estão encrencados com a justiça na Operação Lava Jato. Resumindo, é a galera que enriquece junto no esquema  petista e kirchnerista de perpetuação no poder.

Vejam o programa PPT, a qual me refiro, e algumas fotos do reino de Cristina Kirchner, em El Calafate. Depois eu volto.

Link do programa: http://migre.me/nsPJ5 (o quadro começa aos 23 minutos)

Jorge Lanata abrindo a porta da suíte Evita Perón, do hotel Los Sauces, da CFK.
Suíte Evita Perón: hotel Los Sauces da CFK
Suíte Carlos Gardel: hotel Los Sauces da CFK
Hotel Los Sauces da CFK
Hotel Los Sauces da CFK

Hotel Los Sauces da CFK
Hotel Los Sauces da CFK
Hotel Los Sauces da CFK
Hotel Los Sauces da CFK

Hotel Los Sauces da CFK
Cristina Kirchner(CFK) em uma de suas passagens pelo seu hotel. Será que ela dormiu na suíte Evita? jaja
Vista da cidade de El Calafate
Vista da cidade de El Calafate

Hotel Alto Calafate, outro de CFK.
Hotel Alto Calafate, outro de CFK.
Hotel Alto Calafate, outro de CFK.
Hotel Alto Calafate, outro de CFK.
Hotel Alto Calafate, outro de CFK.
Hotel Alto Calafate, outro de CFK.
Hotel Alto Calafate, outro de CFK, em El Calafate.
Hotel Las Dunas, outro de CFK, em El Calafate. Estava passando por reformas em jan/14 a fim de triplicar sua capacidade de hospedagem.
Hotel Las Dunas, outro de CFK, em El Calafate.

Obs: fotos retiradas do jornal La Nación e do site dos hotéis de CFK:

- La Nación: http://migre.me/nsSRj
- Los Sauces: http://www.casalossauces.com/es
- Alto Calafate:http://www.hotelaltocalafate.com.ar/en/index.php
- Las Dunashttp://www.lasdunashotel.com.ar/

Voltei! Hotéis fabulosos, não? Pois é, realmente Cristina Kirchner parece que está com a bola toda, no entanto, todo esse patrimônio está sob suspeita de irregularidades como fraude fiscal e lavagem de dinheiro.

Pausa aqui: veja neste link (http://migre.me/nsYx6) que o patrimônio da presidente Cristina Kirchner aumentou 687% desde 2003, ano em que o seu marido Nestor Kirchner, falecido, assumiu a presidência da Argentina.

Agora, após visitar os hotéis K em 2012, em novembro deste ano, Lanata, em seu programa PPT (aqui a partir dos 37 min. http://migre.me/nuvkC), pôs o assunto novamente em voga e denunciou as falcatruas relacionadas à rede de hotéis da CFK, depois de descobrir que a empresa Hotesur — de Cristina Kirchner — funcionava de maneira irregular, devendo tributos e sem apresentar balanços na Inspeção Geral de Justiça.

A reportagem de Lanata ainda entrevistou o advogado Álvaro de Lamadrid, o qual foi morador por mais de 20 anos em El Calafate. Ele é considerado como o primeiro a denunciar, a partir 2003, as irregularidades por parte dos kirchners na compra de terras em El Calafate. Aspas para ele que, vale salientar, já moveu uma ação contra 50 funcionários governistas, incluindo Nestor Kirchner.

"A presidente tem mais de 87.000m2 em terras em El Calafate, todas foram compradas a "preços vil" (termo jurídico que denota um preço inferior ao que vale)", disse ao Clarín o advogado Lamadrid.

Ainda segundo os cálculos do advogado, o casal Kirchner teria pago cerca de US$ 800 mil em terrenos que valem mais de US$ de 300 milhões. (http://migre.me/ntEuT). Pra piorar a Companheirada K também se beneficiou do esquema. Raúl Copetti, procurador e tesoureiro de campanha de CFK, por exemplo, possui o hotel Imago. Já o hotel Las Dunas tem envolvimento com o kirchneristas Lázaro Báez, o qual, atualmente, possui uma empreiteira que ganha a maioria das as obras públicas de Santa Cruz. Atenção! Santa Cruz foi governada por Nestor Kirchner de 1991 a 2003. Talvez isso explique a facilidade que houve para armar o esquema de aquisição de terras as quais pertenciam ao estado, em El Calafate. (http://migre.me/nuEtS / http://migre.me/nuEyB )

Sendo assim, depois da repercussão que Lanata causou em seu programa, a deputada Margarita Stolbizer, um dia depois, em 10 de novembro, transformou a denúncia do jornalista em denúncia judicial e acusou a presidente de violação dos deveres de funcionário público e abuso de autoridade.

Uma semana depois, o procurador Carlos Stornelli pediu que fosse aberta a investigação do caso. Aí que entra na jogada o juiz Claudio Bonadio. Ele aceitou a acusação e ordenou fazer uma busca nos escritórios da Hotesur, empresa que administra os hotéis da família K em El Calafate. Pra acentuar ainda mais o problema, no mesmo dia, a justiça suíça revelou a existência de uma conta secreta de uma fundação de Lázaro Báez, o empresário kirchneristas que falamos há pouco. Segundo o Clarín, o homem tem uma fortuna incalculável e o parecer da justiça suíça confirmou que em 2012 a conta secreta obteve um depósito de US$15 milhões. (http://migre.me/nuFq7)

Com a investigação de Bonadio, vejam abaixo as 10 principais suspeitas sobre os negócios da presidente Kirchner elencadas pelo Clarín, no qual resume muito bem o que está em jogo.

Link: http://migre.me/nuG7t

1. Falhas na declaração juramentada de Cristina.

Na Declaração Juramentada Patrimonial Integral de 2013, a presidente admite ser a titular de ações da firma Hotesur S.A., embora não mencione em que quantidade ou porcentagem. Ela diz que o montante desse patrimônio é de 9.367.528,85 pesos e depois reconhece uma dívida com essa mesma sociedade pelo montante de 4.683.848,68 pesos, sem esclarecer conceitos ou razões desse endividamento.

2. Alto Calafate, um "alojamento fantasma".

Hotesur é a proprietária do hotel Alto Calafate, situado nessa lindíssima localidade da província de Santa Cruz. Para a deputada, existem suspeitas de que se trata, na verdade, de um alojamento fantasma usado pelo casal presidencial para fazer negócios obscuros com Lázaro Báez. "Surge de todos os manuais e trabalhos técnicos e jurídicos que o ramo de hotelaria é um dos mais usados e eficazes para operações de disfarce dos números ou lavagem de ativos".

3. Uma empresa sem balanços nem inscrição de autoridades.

Hotesur não cumpre com a obrigação legal de apresentar seus balanços perante a Inspeção Geral de Justiça desde 2011. Quais são as consequências dessa omissão? Que não se sabe quais são os ativos e os passivos da empresa, nem quem são hoje seus sócios nem os integrantes do diretório.

4. Máximo Kirchner e a sombra de Lázaro Báez.

Embora o estatuto de Hotesur diga que as autoridades teriam mandato de três anos, a empresa as modificou todos os anos até a morte de Néstor Kirchner. Desde então, não se sabe quem são. Mas em 2009, o Diário Oficial publicou que a diretora titular era Romina Mercado - filha de Alicia Kirchner -, seu suplente era Roberto Saldivia, advogado de Lázaro Báez, e o presidente era Osvaldo Sanfelice, sócio de Máximo Kirchner na imobiliária de Río Gallegos.


5. Rua Lavalle 975, na cidade de Buenos Aires, a sede de fachada.

A última sede de Hotesur inscrita nos registros públicos e publicada no Diário Oficial está localizada na rua Lavalle 975, 4º andar, apartamento A, da cidade de Buenos Aires, o que obriga a firma a se apresentar perante a Inspeção Geral de Justiça, que depende do Ministério da Justiça. Mas quando o juiz Bonadio inspecionou esses escritórios, eles estavam vazios.


6. Os singulares aluguéis de Lázaro.

Hotesur alugou à empresa Valle Mitre, do empresário amigo e sócio da família Kirchner – ganhador de licitações milionárias de obras públicas com o governo de Santa Cruz e com o governo nacional – quartos no hotel Alto Calafate por um total de 10,1 milhões de pesos (6,3 milhões em 2010 e 3,7 milhões em 2011). Mas esses quartos quase nunca foram ocupados.

7. Cristina e uma estranha dívida consigo mesma.

Em sua última declaração juramentada a presidente declarou um aumento de sua dívida com Hotesur S.A., a empresa que pertence a ela mesma e aos filhos. Devido a alterações na apresentação das declarações juramentadas, que foram aprovadas a pedido do governo, já não é possível saber o movimento real de dinheiro, nem como a dívida foi contraída, nem qual foi a contraprestação, nem quais são os planos de pagamento para quitá-la.

8. Qual é a porcentagem de Hotesur que pertence a Cristina?

A presidente declarou em 2013 que sua participação na firma valia 9.367.528,85 pesos. Para começar, é impossível checar esse dado porque Hotesur não apresenta seus balanços desde 2010. Também não se pode comprovar a variação no valor das ações. E o mais importante: nem sequer se pode saber se Cristina é dona de 10%, 50% ou 100% da empresa.


9. Os dados-chave que os balanços deveriam fornecer.

A lei diz que as sociedades localizadas na capital federal devam apresentar seus balanços perante a IGJ (Inspeção Geral de Justiça) para que os terceiros que eventualmente estabelecerem trato com elas possam saber quem são seus acionistas e em que proporções, se têm dívidas e de quanto, qual é o valor de seus ativos, que negócios fizeram ano após ano, que contas pagaram e quais são seus planos para os próximos anos. Todos esses dados são essenciais, por exemplo, para os juízes que deveriam investigar os negócios de Lázaro Báez com o objetivo de estabelecer se o empresário lavou dinheiro de origem ilegal. 

10. A rede de proteção.

Cada uma das irregularidades enumeradas e sustentadas durante pelo menos três anos foi possível graças à omissão da Inspeção Geral de Justiça em fazer seu trabalho de controle. Até esta semana, quando o secretário de Justiça anunciou que aplicaria a Hotesur uma "severa" multa de 3.000 pesos, a empresa não tinha sofrido sanções. A "cumplicidade" da IGJ – como qualificada pela deputada Stolbizer em sua denúncia – nem sequer foi modificada quando a investigação judicial sobre a "rota do dinheiro K" e Lázaro Báez foi iniciada, apesar de o empresário kirchnerista ser suspeito por ter lavado dinheiro de origem ilegal.  


KIRCHNERISTAS PERSEGUINDO O JUIZ CLAUDIO BONADIO

Depois que Claudio Bonadio começou a investigação do caso apelidado nas redes sociais como "Operação Máfia K", o juiz começou a sofrer o peso de um Estado aparelhado por um governo com DNA ditatorial. Os políticos governistas e a própria presidente iniciaram um processo de desqualificação do juiz, algo muito similar com o que aconteceu aqui com o ministro Joaquim Barbosa e que  hoje ocorre com o juiz Sergio Moro, o qual preside a Operação Lava Jato.


A Casa Rosada, por exemplo, por meio de um comunicado, acusou a imprensa - especialmente o Clarín - e os partidos de oposição - os quais são mais fragilizados que os brasileiros - de estarem vinculados à "operação midiática-judiciária" contra os Kirchners.

O pirata da CFK chama-se Anibal Fernández, uma espécie de Giberto Carvalho do Lula, que também atacou o juiz Bonadio, dizendo que o caso dos hotéis não passa de uma estupidez irrelevante. Aspas para ele: "O juiz Bonadio está tentando extorquir a Casa Rosada." (http://migre.me/nwkOi)

Luis D'Elía, um líder de uma espécie de MST da Argentina, disse que a cabeça do juiz Claudio Bonadio deveria ser colocada em uma lança na rua Comodoro Py, local da sede dos tribunais federais em Buenos Aires. Bom, pra quem já pediu para Nicolás Maduro fuzilar o líder oposicionista Leopoldo López, atualmente preso, não é de se estranhar tal comportamento.

Outro que se manifestou contra o juiz foi o chefe de gabinete de CFK, Jorge Capitanich, que afirmou que as ações de Bonadio têm caráter político. ( http://migre.me/nwnae )

Mas os ataques não ficaram somente na troca de farpas. O senador governista Marcelo Fuentes denunciou o juiz Bonadio por enriquecimento ilícito depois que a presidente Cristina K partiu pra cima do juiz em um evento empresarial. (http://migre.me/nwpTG)

Sabendo que na Argentina magistrados não podem ter empresas, a presidente disse que Bonadio é sócio de uma, e que também não revela o balanço patrimonial referente aos anos de 2011 e 2012. Aspas à CFK: " Igualzinho à Hotesur. Algum deputado ou deputada vai denunciar? Algum juiz vai assumir? O que vai dizer a imprensa independente?"

Que engraçado, não? A presidente se defende não mostrando provas da sua inocência, mas sim acusando o juiz que está fazendo o seu trabalho. Parecido com algum partido que conhecemos, não? Ora, se o juiz também está encrencado, que seja investigado também. O que não pode acontecer é uma coisa anular a outra.

Tem mais? Claro! Sórdido, o governo K tramou contra o juiz Claudio Bonadio no Conselho de Magistratura. Tendo a maioria no conselho, os kirchneristas acusaram-no de atrasos em alguns processos de sua responsabilidade. O objetivo era suspendê-lo, no entanto, para isso, era necessário dois terços dos membros, fato que não se confirmou. Logo, sem  os votos suficientes, conseguiram ao menos aplicar uma multa de 30% sobre a remuneração de Bonadio. (http://migre.me/nwrxG)


MAIS EXEMPLOS SOBRE APARELHAMENTO DA JUSTIÇA KIRCHNERISTA

Ariel Palacios, correspondente do Estadão, assim como fez Lanata no seu programa PPT, relata o escândalo da compra de terras em El Calafate, por parte dos K. Segue um trecho de seu artigo: 

"Em 2006 os Kirchners compraram da prefeitura de El Calafate – onde governam seus aliados – um terreno de 20 mil metros quadrados por US$ 34 mil. Mas, apenas dois anos depois os Kirchners revenderam o terreno por US$ 1,65 milhão à uma rede de supermercados. A valorização sem precedentes do terreno despertou a atenção da mídia e da oposição. No entanto, a investigação sobre o caso foi paralisada, já que ficou nas mãos da sobrinha do casal Kirchner, a promotora Natalia Mercado, filha de Alicia Kirchner, ministra da Ação Social, irmã do ex-presidente Néstor Kirchner.
Em 2010 parlamentares da oposição denunciaram que uma estrada inaugurada pela presidente Cristina em El Calafate – seu refúgio preferido nos fins de semana – apresentaria sinais de superfaturamento no asfalto. Segundo a denúncia, cada quilômetro de asfalto custaria US$ 780 mil. No entanto, na época, por cada quilômetro realizado por outras empresas em diversas províncias argentinas os preços oscilavam entre US$ 77 mil (na província de Buenos Aires) e US$ 337 mil (em áreas complexas da província de Mendoza).(http://migre.me/nwkOi)

Por fim, indago uma questão. Será que não tem um grupo de comunicação, um jornalista..., interessado em investigar o patrimônio do ex-presidente Lula? Dilma? Etc? É inacreditável que ninguém tenha realizado esse trabalho investigativo ainda. A passividade, principalmente da grande mídia, pode custar muito caro, pois, caso a "redemocratização da mídia" vingar no Brasil, os mesmos grupos de comunicação que hoje alisam o monstrengo mais tarde poderão ser engolidos. O Clarín e o La Nación que o digam na Argentina. Estão na UTI!